| Além da conta |
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| Sex, 08 de Fevereiro de 2008 06:58 | |||
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Por Gilvan Rocha
Artigo publicado no Jornal O Povo, de 8/2/8 - http://www.opovo.com.br/opovo/opiniao/764347.html
Quando, sob a liderança de Luís Inácio da Silva, foi lançada pelos mais combativos sindicalistas a proposta de construção de um partido de trabalhadores, dois grandes sentimentos nos assaltaram. O primeiro deles era o de que Lula não fôra um operário militante do movimento de esquerda não tinha, portanto, os presumidos conceitos básicos de uma formação anticapitalista. O segundo sentimento era de total euforia, pois, supúnhamos que um partido de trabalhadores representaria, fundamentalmente, os interesses históricos da sua classe.
No primeiro caso, o da carência do Lula de uma formação básica de conteúdo socialista, alguns ponderavam. Diziam: o sentimento e a intuição de classe terminariam por levar o metalúrgico a ocupar o posto que a história lhe reservava, ou seja, de um grande líder anticapitalista, um líder de massa capaz de perseguir o objetivo maior das classes trabalhadoras, a sua emancipação do jugo do capital.
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| Última atualização em Sex, 08 de Fevereiro de 2008 07:01 |