O Setorial de negros e negras do PSOL Ceará, realizará neste próximo sábado, dia 11/02, uma importante oficina para capacitação no debate de ações afirmativas x reparação. A mediadora da atividade será Margarida Marques, que contará com a participação de Josael Jario (Viramundo/MNU e militante do PSOL) e Paulo Sérgio (Coordenação Municipal do MNU/ militante do PSOL). O título da atividade já evidencia a importância deste debate para o conjunto da esquerda socialista - Reparação: uma abolição inacabada.
Serviço:
Oficina sobre Reparação x Ações Afirmativas - Reparação: Uma abolição inacabada
Mediação de Margarida Marques, com a participação de Josael Jario (Viramundo/MNU e militante do PSOL) e Paulo Sérgio (Coordenação Municipal do MNU/ militante do PSOL).
Dia: Sábado, dia 11/02 a partir das 8 horas.
Local: Sede do PSOL Ceará (Av. Imperador 1397 – centro).
O núcleo de mulheres do PSOL Ceará - Rosa Luxemburgo, realizará neste próximo domingo, dia 12/02, os lançamentos da revista Feminista, produzida pela Fundação Lauro Campos, e da campanha sobre os impactos dos megaeventos nas vidas das mulheres.
Na atividade estarão presentes a vereadora Fernanda Melchionna PSOL/RS e Tarzia Medeiros da direção nacional do PSOL. Após os lançamentos e debates, será servido o almoço acompanhado de uma bela confraternização. Todos os companheiros e companheiras estão convidadas.
Serviço:
Lançamento da Revista Feminista e da campanha sobre os impactos dos megaeventos nas vidas das mulheres.
Participação: Fernanda Melchionna PSOL/RS e Tarzia Medeiros da direção nacional do PSOL.
Dia: Domingo, dia 12/02 a partir das 9 horas.
Local: Sede do PSOL Ceará (Av. Imperador 1397 – centro).
Contribuição para o núcleo Rosa Luxemburgo de R$ 5,00 ao adquirir o convite.
O mês de fevereiro começou movimentado no PSOL Ceará. Sábado dia 4, teremos seminário de organização interna, para os militantes do partido no estado.
Já na quinta, dia 9, teremos mais um Políticas para Igualdade, desta vez com o tema “Fortaleza e Mudanças Climáticas”. “Política para Igualdade” é um projeto que conta com uma série de debates temáticos que objetiva aprofundar o debate político sobre a cidade, ampliar diálogos entre as expressões das lutas urbanas e resistências populares, bem como fortalecer a intervenção política do partido no próximo período, através do acúmulo de propostas para a ação política concreta e para a plataforma eleitoral que será apresentada em 2012.
Os setoriais do partido também estão ativos, no dia 11, sábado, o setorial de negros e negras organizará debate sobre reparações x cotas. Já no dia seguinte, domingo dia 12, a mulheres do núcleo feminista Rosa Luxemburgo farão o lançamento da revista Feminista do PSOL, e da campanha sobre os impactos dos megaeventos na vida das mulheres; na atividade estrão presentes a vereadora pelo PSOL/RS Fernanda Melchionna e Tarzia Medeiros da direção nacional do partido. O convite custará apenas 5 reais incluindo o almoço e a confraternização após os debates.
Barbárie no Pinheirinho é a representação da barbárie no Brasil.
Dia 22 de janeiro acorreu a operação de despejo de Pinheirinho, em São José dos Campos, uma ocupação urbana que resistia no local a mais de sete anos e concentrava cerca de 1200 famílias, entre mulheres, idosos e crianças.
A polícia militar de São Paulo a serviço do governo do estado e autorizada pelo tribunal de justiça paulista, iniciou uma verdadeira operação de guerra com um único objetivo: dizimar e criminalizar os mais pobres, defendendo os interesses do capital, dos que detém o poder.
O saldo desta operação foi o despejo de milhares de pessoas, dezenas de presos e feridos, além de sete desaparecidos. Enquanto a barbárie era posta em prática em São José dos Campos, o governo federal optou por se omitir, não por outro motivo, mas por ter como projeto de sociedade o mesmo do governo e da justiça paulista, dos empresários e dos mais ricos.
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A barbárie também é em Fortaleza
O que aconteceu em Pinheirinho, infelizmente não é um fato isolado, é a expressão mais cruel de uma política que beneficia os especuladores imobiliários; de um projeto de desenvolvimento que coloca o lucro (de poucos) acima da vida de milhares de trabalhadores e trabalhadoras.
Diante de Pinheirinho, não podemos calar, assim como não calaremos frente à tentativa de remoção planejada pelo Governo do Estado do Ceará e pela Prefeitura de Fortaleza, para as obras da Copa do Mundo em 2014.
Em Fortaleza estima-se a remoção forçada de aproximadamente 10 mil famílias. Trata-se de pessoas que hoje tem onde morar, mas que perderão suas casas, recebendo indenizações irrisórias, sendo jogadas cada vez mais para periferia da cidade.
Enquanto pretendem retirar dez mil pessoas de suas casas, o déficit habitacional em Fortaleza é de mais de 160 mil unidades, um contrassenso que apenas revela o papel que o Estado vem cumprindo ao atender os interesses do capital, massacrando e oprimindo os trabalhadores.