PSol Ceará 50 - Partido Socialismo e Liberdade

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À Esquerda
Soraya participa, nesta quinta, de assembleia de trabalhadores e visita terreno abandonado na Sapira Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Qua, 07 de Julho de 2010 19:44

A candidata ao Governo do Estado pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), engenheira de pesca Soraya Tupinambá, estará na manhã desta quinta-feira (08/07), a partir das 7 horas, participando de uma Assembleia Geral da categoria, no Sindicato dos Instrutores de Veículos Automotivos do Estado do Ceará (Sindivace), localizado na avenida Dedé Brasil, 2249, em frente ao Campus do Itaperi, da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Soraya será acompanhada pela candidata ao Senado, Marilene Torres, e por candidatos e candidatas aos cargos de Deputado(a) Federal e Estadual.

À tarde, Soraya participa de Audiência Pública que debaterá o desempenho do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), na Assembleia Legislativa do Ceará.

AGENDA:

7 horas – Participação na Assembleia Geral do Sindicato dos Instrutores de Veículos Automotivos do Estado do Ceará;

14h30 Audiência Pública sobre o desempenho do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera)
Última atualização em Qua, 07 de Julho de 2010 20:54
 
Noite de autógrafos e reflexões Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Seg, 14 de Junho de 2010 12:18

“No mistério do sem-fim equilibra-se um planeta. E no planeta um jardim e no jardim um canteiro no canteiro uma violeta e sobre ela o dia inteiro entre o planeta e o sem-fim a asa de uma borboleta.” Cecília Meireles

O Círculo de Leitura Daniel Bensaid e a Livraria Lívio Xavier promovem, no dia 16 de Junho de 2010, o lançamento do livro “Direito Ambiental, Luta Social e Ecossocialismo”, do advogado e vereador do PSOL, João Alfredo Telles Melo. A apresentação do livro será feita, na ocasião, por Renato Roseno. Após o lançamento, haverá debate entre os participantes.

Local: Sede do PSOL/CE | Av. Imperador, 1397 - Centro
Data: 16 de Junho de 2010
Horário: 19 horas

Mais informações:
3254.5150 - PSOL
www.psolceara.org.br

 

Última atualização em Seg, 14 de Junho de 2010 12:19
 
Lançamento do livro “Direito Ambiental, Luta Social e Ecossocialismo”, de João Alfredo Telles Melo Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Qua, 26 de Maio de 2010 10:28

Livro convida à reflexão sobre o Direito, as lutas sociais e o desafio da superação da crise ambiental

Nas proximidades do Dia Internacional do Meio Ambiente, será lançado, na quarta-feira, 2 de junho, o livro “Direito Ambiental, Luta Social e Ecossocialismo: Artigos acadêmicos e escritos militantes”, de autoria do advogado, vereador e ambientalista João Alfredo Telles Melo. Na obra, o desafio contemporâneo da superação da crise ambiental é discutido, após serem revisitadas as lutas socioambientais que marcaram as últimas décadas, bem como os debates da área do Direito em relação à questão ambiental. O lançamento ocorrerá em meio ao verde de um dos locais mais belos da cidade, o nos jardins do Passeio Público, às 19h. Na ocasião, a obra será apresentada pelos professores Raquel Rigotto e José de Albuquerque Rocha. A noite será encerrada com a apresentação do cantor e compositor Parahyba, e das cantoras Helô Salles e Gigi Castro.

O trabalho, organizado pela jornalista Helena Martins, é enriquecido pela ilustração do artista plástico Hélio Rôla, pelas apresentações de Michael Löwy, Paulo Affonso Leme Machado e Valdemar Menezes e as contribuição de Sérgio Leitão e do diretor do Presidente do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, Guilherme José  Purvin de Figueiredo. A edição é da Fundação Demócrito Rocha, e conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública e do curso de Direito da Faculdade 7 de Setembro.

Serviço:
Lançamento do livro "Direito Ambiental, Luta Social e Ecossocialismo"
Data: 02 de junho
Horário: 19h
Local: Passeio Público (Rua Dr. João Moreira, s/n. Centro)

Última atualização em Qua, 26 de Maio de 2010 10:33
 
Liderança comunitária é assassinada em Limoeiro do Norte Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Qui, 22 de Abril de 2010 10:31

O líder comunitário e presidente da Associação dos Desapropriados Trabalhadores Rurais Sem Terra – Chapada do Apodi, José Maria Filho, também conhecido como José Maria do Tomé - nome da comunidade da qual fazia parte - foi assassinado, na última quarta-feira, 21, nas proximidades de sua casa, no Limoeiro do Norte. Foram 19 tiros disparados contra o pequeno agricultor, que, nos últimos anos, denunciou a desapropriação dos agricultores devido aos grandes projetos de irrigação na Chapada do Apodi, no Vale do Jaguaribe, bem como os agrotóxicos e a pulverização aérea que, há dez anos, tem contaminado famílias, terras e animais da região.

Tendo em vista a atuação política e a forma de execução que vitimou o agricultor, a comunidade do Tomé e diversos movimentos sociais, que se manifestaram por meio de uma nota de repúdio à violência cometida, denunciaram que o assassinato tratou-se, em verdade, de mais um crime de encomenda feito para calar a voz de uma liderança que denunciava as injustiças e as arbitrariedades cometidas pelas grandes empresas ligadas ao agronegócio. Denúncias que, inclusive, foram incluídas no Mapa das Injustiças Ambientais, organizado pela Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA).

O vereador João Alfredo (PSOL), destacou a necessidade da Secretaria de Segurança do Estado do Ceará e do Ministério Público estadual apurarem de forma rigorosa o crime cometido contra José Maria, de forma a punir exemplarmente os culpados, executores e mandantes da ação. “É um absurdo ver como os militantes sociais continuam sendo perseguidos no Ceará. Precisamos cobrar ações eficazes do poder público e apoiar os lutadores e lutadoras para que a resistência e a voz deles não seja calada.”, declarou indignado.

Mais informações sobre o caso com os advogados Maiana Maia (87105628) e Davi Aragão (96191966).

Última atualização em Qui, 22 de Abril de 2010 10:37
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1ª Marcha Pela Paz e Contra o Crack é debatida na Câmara e traz à tona a situação das juventudes Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Qua, 17 de Março de 2010 12:58

“De um em um, essa cidade morre em cada esquina”, lamentou, em discurso emocionado, a coordenadora do Instituto Paulino Rocha e a suplente do cargo de vereador pelo PSOL, Toinha Rocha, no plenário da Câmara Municipal de Fortaleza. A cidade, aqui, é sua juventude, que tem sido vítima do uso do crack. A denúncia pode ser constatada ao andarmos pela cidade ou ao lermos os jornais. A cada dia, torna-se mais comum vermos como a droga tem dizimado os jovens, ou os tem levado a praticar furtos para sustentar o vício. Para dar destaque à discussão e mobilizar toda a cidade é que ocorrerá a 1ª Grande Marcha Pela Paz e Contra o Crack, no domingo, 21 de março. Os participantes da marcha encontrar-se-ão no Estádio Murilão, às 7h, onde ficarão concentrados para, em seguida, caminhar pelas ruas do bairro.

Toinha, mãe de uma adolescente de 16 anos e moradora de uma das regiões mais pobres da cidade, a Grande Messejana, utilizou a Tribuna Livre da Câmara para destacar a necessidade de Fortaleza discutir e lutar para resolver este problema que toda a população, mas, sobretudo, os filhos da classe trabalhadora, que não tem acesso a boas escolas ou a atividades de lazer e educação. “Até agora, não temos soluções para esta juventude que sofre e que está morrendo, para esta juventude que é acusada pela imprensa inescrupulosa de que ela é que é a culpada pela violência.”, denunciou indignada. “Aos filhos dos pobres é oferecida a repressão, o internamento. E nós vimos como está o estado do Patativa do Assaré, onde o vereador João Alfredo e o Deputado Heitor Férrer encontraram jovens mutilados”.

 

Faltam políticas públicas para crianças e adolescentes

 

Para Toinha Rocha, a cidade tem acompanhado uma série de discussões sobre violência, mas que não tratam do essencial, da causa do problema, e acabam relegando aos próprios jovens a culpa pela violência e pela falta de oportunidades. “Ontem mesmo acompanhava um deputado que dizia que o Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, protege a criança, não a sociedade. No entanto, o que ocorre é que o Estatuto é que não é respeitado pelo poder público, pois já em seu artigo 4° diz que é a família, a sociedade e o Estado que devem cuidar das crianças e adolescentes.”,defendeu.

Ao contrário do que estabelece o ECA, que diz que crianças e adolescentes devem ser vistas como prioridades, o que tem se constatado é a falta de políticas públicas para estes segmentos. Exemplo disso é a falta de clínicas de apoio aos jovens viciados em drogas. Ano passado, uma emenda coletiva dos vereadores fez com que fosse destinada apenas R$2 milhões de todo o Plano Plurianual para a construção de uma clínica de recuperação. “O compromisso desta Casa é fazer com que o PPA seja cumprido na íntegra. Se a gente não gastar esse dinheiro, que é apenas 0,05% do orçamento total, não adianta usar essa tribuna com demagogia, dizendo que está preocupado com a segurança e com a criança e adolescente.”, alertou Toinha.

A situação alarmante, que, para a advogada, diz respeito à segurança, mas também à saúde e à assistência social, deve suscitar a união de toda a cidade. Por isso, está sendo encampada a Campanha contra a Violência, uma articulação ecumênica e suprapartidária de organizações que atuam na Grande Messejana e que visa fortalecer a defesa da juventude. Para Toinha, “Messejana está dando o exemplo, mas entendemos que este é um problema de todos nós. O crack é um problema social porque não estamos resolvendo a causa, não aplicamos o recurso público de maneira correta e privilegiamos o secundário ao invés do essencial.”.

 

Serviço:

1ª Grande Marcha Pela Paz e Contra o Crack

Data: domingo, 21 de março.

Concentração: Estádio Murilão, na Messejana, a partir das 7h.

 

Informações:

Toinha Rocha: 87360630

 

 

Última atualização em Qua, 17 de Março de 2010 13:08
 


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